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A Universidade Autónoma de Tlaxcala marca a diferença em Iberoamerica

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O país dos burritos, além de comida picante, tem muitas outras coisas boas como Chavela Vargas, a pintora Frida Kahlo, as praias e o sol. Além de tudo isso, no campo da educação, o México é o país latino-americano que mais avança em direção à igualdade de oportunidades e à inclusão de jovens com deficiência na Universidade.

A Universidad Autónoma de Tlaxcala (UAT) é uma dos protagonistas desse avanço. No mês passado teve lugar a conferência internacional “Desenvolvimento humano e deficiência”, com a presença de especialistas de Espanha e México. O objectivo? Tente mudar e melhorar o presente dos jovens com deficiência.

Durante dois dias e através de debates e discussões sobre o assunto, tentou-se encontrar respostas para questões relacionadas com os processos de desenvolvimento da sociedade que facilitam ou impedem que pessoas com deficiência possam construir uma vida normal.

O Congresso contou com a presença de Dr. Miguel Angel Verdugo Alonso, da Universidad de Salamanca; Dr. Rodolfo de la Torre, coordenador geral do Instituto de pesquisa em desenvolvimento humano da organização das Nações Unidas; Dr. Cuahquentzi de Paredes; Lorena Alonso Rodríguez, diretor da faculdade de ciências para o desenvolvimento humano e Dr. René Millán Valenzuela, da Universidad Nacional Autónoma do México, entre outros.

Durante o encontro, foram desenvolvidas os workshops: ‘Vulnerabilidade e incapacidade’; ‘Experiências de inclusão e deficiência’ e ‘Pesquisa em desenvolvimento humano e deficiência intelectual’. E foram ainda organizadas workshops sobre estratégias de deficiência, autismo, sexualidade e intervenção.

Finalmente, o meu pensamento da semana: o país dos maias e astecas encaixa-se perfeitamente com uma famosa frase de espanhol: “lenta sem pausa “. E embora ocasionalmente não seja prejudicial fazer um sprint, hoje eles são os protagonistas do nosso blog por conquistas feitas (e que estão vindo).

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 Ana

 

 

La Universidad Autónoma de Tlaxcala marca la diferencia en Iberoamérica

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El país de los burritos, a parte de la comida picante, tiene otras muchas cosas buenas como Chavela Vargas, la pintora Frida Kahlo, las playas y el sol. Más allá de todo esto, en el ámbito educativo, México es el país iberoamericano que más avanza hacia la igualdad de oportunidades y la inclusión de jóvenes con discapacidad en la universidad.

La Universidad Autónoma de Tlaxcala (UAT) es una de las protagonistas de este avance. El pasado mes de octubre llevó a cabo el congreso internacional “Desarrollo Humano y Discapacidad”, en el que participaron especialistas de España y México. ¿El objetivo? Intentar cambiar y mejorar el presente de los jóvenes con discapacidad.

Durante dos días y mediante debates y discusiones sobre el asunto, se intentó buscar respuestas a temas ligados con los procesos de desarrollo de la sociedad que facilitan o impiden que las personas con discapacidad puedan construir una vida normal.

En el congreso participaron el Dr. Miguel Ángel Verdugo Alonso, de la Universidad de Salamanca; el Dr. Rodolfo de la Torre, Coordinador General de la Oficina de Investigación en Desarrollo Humano de la Organización de las Naciones Unidas; el Dr. Paredes Cuahquentzi; Lorena Alonso Rodríguez, Directora de la Facultad de Ciencias para el Desarrollo Humano y el Dr. René Millán Valenzuela, de la Universidad Nacional Autónoma de México, entre otros.

Durante la cita, se desarrollaron las mesas de trabajo: ‘Vulnerabilidad y discapacidad’; ‘Experiencias de inclusión y discapacidad’ e ‘Investigación en desarrollo humano y discapacidad intelectual’. Y se organizaron talleres sobre discapacidad, autismo, sexualidad y estrategias de intervención.

Para terminar, mi reflexión de la semana: El país de los mayas y aztecas, encaja perfectamente con una famosa frase española: “sin prisa, pero sin pausa”. Y aunque de vez en cuando no viene mal realizar un sprint, hoy son los protagonistas de nuestro blog por los logros realizados (y los que quedan por llegar).

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A Universidade Aberta luta pela igualdade

Stock photo: Vasco da Gama BridgeStock photo: Vasco da Gama Bridge

O que acontece se juntarmos Portugal + educação + deficiência? Esta mistura pode apenas dar como resultado uma boa ideia (e melhor projeto) que lidera a Universidade Aberta. O nosso país vizinho demonstrou o seu apoio a pessoas com deficiência visuais ou auditiva e que querem ter acesso ao ensino superior.

Sob o lema ‘ISOLearn para IES’, que significa algo como “Aprendizagem e Inovação Social para as instituições de ensino superior”, o programa é responsável por fornecer as condições necessárias para promover a igualdade de oportunidades a todas as pessoas.

A Universidade colabora com ACAPO (Associação de cegos e deficientes visuales de Portugal) e o APS(Associação Portuguesa de surdos), esse corresponde no nosso país à ONCE, à CNSE e ÀFIAPAS. A Fundação Calouste Gulbenkian também faz parte deste projeto, coordenado pelo Professor José Porfírio, Professor do departamento de ciências sociais e gestão da Universidade Aberta.

‘ISOLearn for HEI’ tem sido um dos três projetos escolhidos por Portugal neste tipo de programa Erasmus. Mas… o que é o programa Erasmus+ É um novo programa Europeu de educação, formação, juventude e desporto. Esta iniciativa é, portanto, uma abertura de portas a nível Europeu.

Uma vez que os dados estão lançados,  temos espaço para um pouco de reflexão. A Universidad Aberta juntou-se a muitas universidades que lutam pela igualdade de oportunidades. Cada vez mais são os países e centros que se juntam a esta iniciativa e menos as universidades e as pessoas que são deixadas para trás.

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La Universidad Aberta lucha por la igualdad

Stock photo: Vasco da Gama BridgeStock photo: Vasco da Gama Bridge

¿Qué pasa si juntamos Portugal + educación + discapacidad? Este cóctel sólo puede dar como resultado una buena idea (y mejor proyecto) que lidera la Universidad Aberta de Lisboa. Nuestro país condal ha mostrado su apoyo a personas con algún tipo de discapacidad auditiva o visual que desean acceder a la enseñanza superior.

Bajo el lema ‘ISOLearn for HEI’, que significa algo así como “Aprendizaje e Innovación Social para Instituciones de Educación Superior”, el programa se encarga de proporcionar las condiciones necesarias para favorecer un acceso en igualdad de oportunidades a todas las personas.

La Universidad colabora con ACAPO (Asociación de Ciegos y Deficientes Visuales de Portugal) y la APS (Asociación Portuguesa de sordos), que equivaldrían en nuestro país a la ONCE, la CNSE y FIAPAS. La Fundación Calouste Gulbenkian, también forma parte de este proyecto que coordina el profesor José Porfírio, docente del departamento de Ciencias Sociales y Gestión de la Universidad Aberta.

‘ISOLearn for HEI’ ha sido uno de los tres proyectos elegidos por Portugal dentro de este tipo de proyectos Erasmus+. Pero… ¿Qué es Erasmus+? Se trata de un nuevo programa europeo de educación, formación, juventud y deporte. El ingreso de esta iniciativa supone, por tanto, una apertura de puertas a nivel Europeo.

Una vez lanzados los datos, una pequeña reflexión. La Universidad Aberta se ha unido a otras muchas universidades que luchan por la igualdad de oportunidades. Cada vez son más los países y centros que se suman a esta iniciativa y menos las universidades y personas que se quedan atrás.

 

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