*

Chaves para enfrentar uma entrevista com sucesso

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

A entrada desta semana pretende dar conselhos a tod@s aquel@s que estão na procura ativa de emprego ou de estágio.  Pré-Entrevista, entrevista e pós-entrevista serão as etapas a analisar neste post.

Não é um disparate comparar a procura de emprego com um corredor cheio de portas. Algumas esperam para ser abertas, outras permanecerão sempre fechadas e a outras podemos não querer entrar. Independentemente do tipo, é necessário saber como agir perante elas.

COMO TEM QUE SER UM BOM CV?

A primeira coisa que deve ter em conta quando procura emprego (e antes de elaborar um currículo) é conhecer bem as suas características. Conhecer-se bem para oferecer ao mercado de trabalho as soluções que esperam, é algo vital. É tempo de rever todas as nossas atitudes, habilidades, pontos fortes (ou fracos), hábitos e conquistas.

O currículo é o nosso primeiro contacto com a empresa e, portanto, a nossa primeira chave de entrada. Como deve ser um bom CV? Objetivo, breve, com uma foto tipo e com um design discreto, limpo e claro. Um bom currículo deve ter uma página e deve ser um reflexo da nossa história formativa e profissional.

COMO SUPERAR UMA ENTREVISTA COM SUCESSO?

Uma vez superada a primeira porta, passamos à entrevista. A entrevista pessoal é um ato no qual o entrevistador tenta obter informações sobre o entrevistado através de diferentes técnicas. O candidato deverá esforçar-se ao máximo para mostrar as suas qualidades e conhecimentos, transmitindo todas aquelas características pessoais e profissionais que queira destacar. Levar o CV, vestir-se de forma discreta, ir limpo e sozinho, ser pontual, ser confiante, ser natural, não cruzar os braços, não criticar trabalhos anteriores, levar o currículo estudado ou informar-se sobre a empresa, são algumas das dicas para superar uma entrevista com êxito.

Por outro lado, as dinâmicas de grupo permitem à empresa avaliar a capacidade de trabalhar em equipa. Participar ativamente, contribuir para alcançar o objetivo do grupo, ouvir os outros, tirar notas, ou ter em atenção o tempo, são algumas das dicas para superar esta dinâmica.

TERMINAMOS A ENTRADA COM DUAS DICAS:

PASILLOS

“Quando terminar a entrevista deve perguntar quando termina o processo de seleção. Se passado este tempo não obteve resposta, deve contactar o entrevistador para se inteirar do processo”, aconselha a responsável do programa de Emprego da Fundación Universia, Beatriz Arribas. “No caso de termos uma resposta negativa, devemos perguntar as razões para melhorar em futuras entrevistas,” acrescenta.

À pergunta sobre se devemos colocar (ou não) no cv se temos um certificado de incapacidade, Beatriz Arribas comenta que “é uma decisão pessoal que depende de vários fatores. Em primeiro lugar, se sabemos que a empresa é socialmente responsável e está sensibilizada com a contratação de pessoas com deficiência, é uma boa oportunidade para o referir. “Por outro lado, temos uma deficiência física (mobilidade reduzida) ou sensorial (auditiva ou visual), seria bom mencioná-lo para que o entrevistador possa contar com os meios necessários para realizar a entrevista”. Em qualquer caso, se esta questão gerar nervosismo quando enfrenta o processo de seleção, pode não referi-la no CV e comentá-lo na entrevista.

A reflexão desta semana tenta incentivar a tod@s aquel@s que estão neste processo e felicitar os que já alcançaram este objetivo. A procura de emprego, é um processo que requer paciência, interesse e esperança. Por esta razão, temos de ter claro que “quando uma porta se fecha, outra se abre”.

Ana_Avatar

Ana

 

Comemoramos o #DiaDaInternet com os melhores sites derrubadores de barreiras

barrera

O acesso à informação é um direito. Apesar disso, são cada vez mais as diferenças entre as pessoas que podem aceder às informações e as que não o podem fazer. Por ocasião do dia da Internet, selecionamos os melhores sites no domínio da deficiência e acessibilidade dos países ibero-americanos.

Primeiro um pouco de história. O dia da Internet surgiu por iniciativa da Associação dos Utilizadores de Internet, à qual se juntaram várias associações ibero-americanas que viram com interesse partilhar numa data específica as suas ações para aproximar a Sociedade da Informação dos cidadãos.

Uma das primeiras barreiras de acesso à rede, é a tecnologia. Neste âmbito destaca-se a ATeDis. Uma entidade argentina que promove a implementação de políticas públicas e de projetos que facilitam o acesso às tecnologias através de Produtos de Apoio.

Mas a barreira tecnológica não é a única, existem muitas outras como a económica, a física, a social ou a cultural. Daí a importância de trabalhar todas como um nó e não como um vértice (é tempo das redes e do trabalho em equipa). Neste campo destaca a Rede Ibero-americana de Especialistas na Convenção sobre os direitos das Pessoas com Deficiência e a Rede Colombiana de Universidades pela Deficiência. Ambas unem forças dos diferentes países para juntas derrubarem barreiras.

Nos últimos anos, assistimos a uma mudança de paradigma no que se refere ao emprego. Com apenas um clique podes consultar as ofertas sem sair de casa através (e obrigado) da Internet. Uma agência de recrutamento espanhola que luta pela inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho é a Fundación Universia. Além disso, existem muitas outras entidades que abordar este âmbito como o COCEMFE, a Fundación ONCE, a Fundación Adecco, a FSC Inserta ou a Fundación Manpower.

A reflexão desta semana é uma mistura de preocupação e de gratidão. Fomentar a inclusão na Rede é um dos objectivos que devemos ter em conta. Portanto, queremos lembrar o quão necessário é termos uma web para tod@s e agradecer os esforços que se tem sentido.

Gizmo

 

La Universidad Santa Paula hogar del arte inclusivo. Costa Rica

costa rica

Crear un espacio que promueva el desarrollo cultural, contribuyendo a la construcción social y a la afirmación de los valores que hacen posible la convivencia, son los principales objetivos del Centro Cultural de la Universidad Santa Paula. En este contexto se enmarca su nuevo proyecto, un programa que pretende fomentar al aprecio por las distintas expresiones artísticas que del país.

Más allá de ser un punto de encuentro para distintas expresiones artísticas, el proyecto es concebido como un espacio para la inclusión de las personas con discapacidad.

La iniciativa liderada por la rectora de la Universidad Santa Paula, Rocío Valverde y Oscar López Salaberry llegará el próximo jueves 28 de mayo de 2015 a las instalaciones del centro educativo, ubicadas en Curridabat, Costa Rica.

El proyecto contará con la presencia de la artista Rosibel Pereira; el músico Adrián Goizueta y el director de la Escuela de Terapia Ocupacional de la Universidad Santa Paula, Erick Valdelomar, entre otros. El acto se complementará con una charla sobre la Convención Internacional de los Derechos de Personas con Discapacidad, a cargo del presidente de la Asociación Campaña Nacional 7600, Jose Rafael Araya.

A Universidade Santa Paula, casa da arte inclusiva. Costa Rica

costa rica

Criar um espaço que promova o desenvolvimento cultural, contribuindo para a construção social e a afirmação dos valores que tornam possível a convivência, são os principais objectivos do Centro Cultural da Universidad Santa PaulaNeste contexto, destaca-se o seu novo projeto, um programa que visa promover o apreço pelas diferentes expressões artísticas do país.

Mais do que ser um ponto de encontro de diferentes expressões artísticas, o projeto é concebido como um espaço para a inclusão das pessoas com deficiência.

A iniciativa liderada pela reitora da Universidad Santa Paula, Rocío Valverde e Oscar López Salaberry chegará na próxima quinta-feira, 28 de maio de 2015 às instalações do centro educacional, localizado em Curridabat, na Costa Rica.

O projeto contará com a presença do artista Rosibel Pereira; do músico Adrián Goizueta e do diretor da Escola de Terapia Ocupacional da Universidade Santa Paula, Erick Valdelomar, entre outros. O ato será complementado com uma palestra sobre a Convenção Internacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, pelo Presidente da Associação Nacional campanha 7600, José Rafael Araya.

Claves para afrontar una entrevista con éxito

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

La entrada de esta semana pretende dar consejos a tod@s aquell@s que estén en búsqueda activa de empleo o prácticas. Pre-entrevista, entrevista y post-entrevista serán las etapas a analizar en este post.

No es tontería comparar la búsqueda de empleo con un pasillo lleno de puertas. Algunas esperan ser abiertas, otras permanecerán siempre cerradas y a otras podemos no querer acceder. Independientemente del tipo que sea, hay que saber cómo actuar ante ellas.

¿CÓMO TIENE QUE SER UN BUEN CV?

Lo primero que hay que tener en cuenta a la hora de buscar un trabajo (y antes de elaborar un currículum) es saber las características que tenemos. Conocerse bien para poder ofrecer al mercado laboral las soluciones que esperan, es algo vital. Es momento de revisar todas nuestras actitudes, aptitudes, puntos fuertes (o débiles), hábitos y logros.

El currículum es nuestro primer contacto con la empresa, y por tanto, nuestra primera llave de entrada. ¿Cómo tiene que ser un buen cv? Breve, objetivo, con fotografía tipo carnet y con un diseño discreto, limpio y claro. Un buen currículum se escribe en una página y debe ser un reflejo de nuestro historial formativo y profesional.

¿CÓMO SUPERAR UNA ENTREVISTA CON ÉXITO?

Una vez superada la primera puerta, pasamos a la entrevista. La entrevista personal, es un acto en el que el entrevistador intenta obtener información mediante diferentes técnicas sobre el entrevistado. El candidato deberá esforzarse al máximo en mostrar sus cualidades y conocimientos, transmitiendo todas aquellas características personales y profesionales que quiera destacar. Llevar el cv, vestir de forma discreta, ir aseado, acudir solo, ser puntual, tener confianza, ser natural, no cruzar los brazos, no criticar trabajos anteriores, llevar estudiado nuestro currículum o informarse sobre la empresa, son algunos de los consejos para superar una entrevista con éxito.

Por otro lado, las dinámicas en grupo permiten a la empresa evaluar la capacidad de trabajar en equipo. Participar activamente, contribuir a lograr el objetivo del grupo, escuchar a los demás, tomar notas o vigilar el tiempo, son algunos de los consejos para superar esta dinámica.

TERMINAMOS LA ENTRADA CON DOS CONSEJOS:

PASILLOS

“A la hora de terminar la entrevista conviene preguntar cuándo se cierra el proceso de selección. Si concluye este tiempo y no obtenemos respuesta, debemos contactar al entrevistador para interesarnos por nuestro proceso”, confirma la responsable del Programa de Empleo de Fundación Universia, Beatriz Arribas. “En el caso de obtener una respuesta negativa, debemos preguntar los motivos para mejorarlos en futuras entrevistas”, añade.

A la pregunta sobre si debemos poner (o no) en el cv si poseemos un certificado de discapacidad, Beatriz Arribas comenta que “se trata de una decisión personal que depende de distintos factores. En primer lugar, si sabemos que la empresa es socialmente responsable y está sensibilizada con la contratación de personas con discapacidad, es una buena oportunidad para reflejarlo. Por otro lado, si tenemos una discapacidad física (movilidad reducida) o sensorial (auditiva o visual), sería bueno reflejarlo para que el entrevistador pueda contar con los medios necesarios para llevar a cabo la entrevista”. En cualquier caso, si esta cuestión puede generarnos nerviosismo a la hora de afrontar el proceso de selección, podemos no reflejarlo en el CV y comentarlo en la entrevista.

La reflexión de esta semana intenta dar ánimos a tod@s aquell@s que estén en este proceso y felicitar a los que ya hayan conseguido su meta. La búsqueda de empleo, es un proceso que requiere paciencia, interés y esperanza. Por ello, debemos tener claro que “cuando una puerta se cierra, otra se abre”.

Ana_Avatar

Ana

 

Estudiantes universitarios con discapacidad reciben ordenadores para mejorar su aprendizaje. Chile

chile

Con el objetivo de fortalecer la inclusión de los estudiantes con discapacidad en la educación superior, el Servicio Nacional de la Discapacidad, Senadis y Desarrollo Social, entregan dos ordenadores a estudiantes de la Universidad Austral de Chile y la Universidad de Magallanes.

Esta iniciativa forma parte del trabajo que desarrolla el Ministerio de Desarrollo Social a través de Senadis impulsando iniciativas inclusivas como el Concurso Nacional de Proyectos para la Inclusión Social, Convocatoria Educación Superior.

“Siempre pensé que era yo la que tenía que adecuarme a mi entorno”

El primer ordenador con impresora se entregó a una estudiante con discapacidad visual de Educación de Preescolar de la Universidad de Magallanes, Fanny Valenzuela. “A lo largo de mi vida estudiantil, siempre pensé que en mi situación de discapacidad, era yo la que tenía que adecuarme a mi entorno y a las situaciones diarias de estudio. Ahora, con este ordenador todo se me hará más fácil y podré tener autonomía en mi estudio, sobre todo con la lectura que es lo que más me costaba desarrollar”, comentó la estudiante.

Otro de los alumnos beneficiados fue Mauricio Muñoz, un estudiante de Construcción y Obras Civiles de la Universidad Austral de Chile. El joven recibió de manos del Seremi de Desarrollo Social un ordenador que le facilitará la realización de sus labores educativas.

Durante la ceremonia, Mauricio expresó su agradecimiento. “La incorporación de esta herramienta es muy importante y muy valorada por mi, ya que me va a servir en las clases para trascribir todo. Bajo mi impedimento que no me permite escribir tan rápido, el ordenador va a hacer este tipo de trabajo. Será como mis manos”, manifestó.

Estudantes universitários com deficiência recebem computadores para melhorar a aprendizagem. Chile

chile

A fim de reforçar a inclusão de alunos com deficiência no ensino superior, o Serviço Nacional de Deficiência, Senadis e Desenvolvimento Social, entregou dois computadores a estudantes da Universidad Austral de Chile e da Universidad de Magallanes.

Esta iniciativa faz parte do trabalho desenvolvido pelo Ministério do Desenvolvimento Social através do Senadis, promovendo iniciativas inclusivas como o concurso nacional de projetos de Inclusão Social, convocatória do Ensino Superior.

“Eu sempre pensei que era eu que tinha que me adaptar ao meu ambiente”

O primeiro computador com impressora foi entregue a uma estudante com deficiência visual de Educação Pré-escolar da Universidad de Magallanes, Fanny Valenzuela. “Ao longo da minha vida de estudante, sempre pensei que, com a minha situação de incapacidade, era eu que tinha que me adequar ao meu ambiente e às situações diárias de estudo. Agora, com este computador, tudo será mais fácil e poderei ter autonomia no meu estudo, sobretudo com a leitura que é o que mais me custava a fazer”, comentou a estudante.

Outro dos alunos beneficiados foi Mauricio Muñoz, um estudante de Construção e Obras Civis da Universidad Austral do Chile. O jovem recebeu das mãos do Secretário do Ministério do Desenvolvimento Social um computador que lhe facilitará a realização os seus trabalhos escolares.

Durante a cerimónia, Maurício expressou a sua gratidão. “A incorporação desta ferramenta é muito importante e é muito valorizada por mim, pois vou poder utilizá-la nas aulas para transcrever tudo.” Perante a minha deficiência que não me permite escrever tão rápido, o computador vai fazer este tipo de trabalho. Vai ser como as minhas mãos”, disse ele.

Celebramos el #DíaDeInternet con las mejores webs rompe-barreras

barrera

El acceso a la información es un derecho. A pesar de esto, cada vez son más las diferencias entre las personas que pueden acceder a la información y las que no. Con motivo del día de Internet, hemos seleccionado las mejores webs en materia de discapacidad y accesibilidad en Iberoamérica.

Primero un poco de historia. El día de Internet surgió por iniciativa de la Asociación de Usuarios de Internet, a la que se sumaron diferentes asociaciones iberoamericanas que veían con interés compartir en una fecha sus acciones para acercar la Sociedad de la Información a los ciudadanos.

Una de las primeras barreras de acceso a la Red, es la tecnología. En este ámbito destaca ATeDis. Una entidad argentina que promueve la implantación de políticas públicas y proyectos que faciliten el acceso a las tecnologías a través de Productos de Apoyo.

Pero, la barrera tecnológica no es la única, existen otras muchas como la económica, física, social o cultural. De ahí la importancia de trabajar todos como nodo y no como vértice (es época de redes y trabajo en grupo). En este terreno destaca la Red Iberoamericana de Expertos en la Convención sobre los Derechos de las Personas con Discapacidad y la Red Colombiana de Universidades por la Discapacidad. Ambas unen las fuerzas de distintos países para derribar barreras juntos.

En los últimos años se ha dado un cambio de paradigma en lo referente al empleo. Con solo un clic puedes consultar las ofertas sin salir de casa a través (y gracias) a Internet. Una agencia de colocación española que persigue la inclusión laboral de las personas con discapacidad es Fundación Universia. Además, existen otras muchas entidades que abordan este ámbito como COCEMFE, Fundación ONCE, Fundación Adecco, FSC Inserta o Fundación Manpower.

La reflexión de esta semana es una mezcla entre preocupación y agradecimiento. Fomentar la inclusión en la Red es uno de los objetivos que debemos tener en cuenta. Por ello, queremos recordar lo necesario que es una web para tod@s y agradecer los esfuerzos realizados en este ámbito.

  Gizmo

 

Estudiantes y trabajadores de la ULS se instruyen en Lengua Chilena de Señas

serena

La baja presencia en Chile de universitarios sordos y la eficacia de la lengua de señas son algunos de los factores que han motivado a Ricardo Araya, un alumno de la Universidad de La Serena, a poner en marcha su proyecto “Por un Futuro sin Diferencias”. Un programa cuyo objetivo es instruir a trabajadores y alumnos sobre este lenguaje.

Ricardo ha sido el ganador del Fondo de Desarrollo Institucional (FDI-MINEDUC), un programa cuyo objetivo es financiar proyectos que contribuyen al desarrollo de las instituciones de educación superior.

Dentro de este contexto se desarrolla “Por un Futuro sin Diferencias”. Un programa formado por dos cursos. Uno para alumnos y otro para trabajadores. El taller para trabajadores tendrá una duración de 60 horas y podrán inscribirse un máximo de 25 personas. Por otro lado, el curso para alumnos tendrá una duración de 45 horas y participarán estudiantes de las carreras de Enfermería, Kinesiología y algunas pedagogías del área de Educación de la Facultad de Humanidades.

Ambos talleres se llevarán a cabo en el Auditorio de la Dirección de Recursos Humanos del Campus Isabel Bongard de la Universidad de la Serena.

Algunos de los objetivos del taller son: que trabajadores puedan atender a personas sordas; fomentar una visión de Universidad inclusiva; dar a conocer el tema de la discapacidad y promover el respeto; generar conciencia positiva y generar debates positivos respecto a una Universidad inclusiva, entre otros.

Estudantes e trabalhadores do ULS aprendem a Língua de Sinais Chilena

serena

A baixa presença na Universidad de Chile de estudantes surdo e a eficácia da Língua de Sinais são alguns dos fatores que motivaram Ricardo Araya, um estudante da Universidade de La Serena, para lançar o seu projeto “Por um futuro sem diferenças”. Um programa cujo objetivo é instruir os trabalhadores e os alunos com esta linguagem.

“Para um futuro sem diferenças” é desenvolvido neste âmbito. Um programa formado por dois cursos. Um para alunos e outro para os funcionários. O curso para os funcionários terá uma duração de 60 horas e pode ser frequentado por um máximo de 25 pessoas. Por outro lado, o curso para os alunos terá uma duração de 45 horas e envolverá os alunos das licenciaturas de enfermagem, fisioterapia e algumas de pedagogias na área de educação da faculdade de ciências humanas.

Os dois workshops serão realizados no auditório da Direção de recursos humanos do Campus Isabel Bongard da Universidad de la Serena.

Alguns dos objectivos do workshop são: que os trabalhadores possam comunicar com pessoas surdas; promover uma visão de Universidade inclusiva; divulgar a questão da deficiência e promover o respeito; sensibilização positiva e gerar discussões positivas sobre uma Universidade inclusiva, entre outros.

Online Shopping in BangladeshCheap Hotels in Bangladesh