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Abertas as inscrições para apresentação de projetos para a inclusão de pessoas com deficiência. Argentina

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A Comissão Consultiva Nacional para a integração das pessoas com deficiência (CONADIS)  continua com as inscrições abertas para a apresentação de projectos inclusivos, destinados a pessoas com deficiência. A iniciativa é dirigida a organismos de governos de província e municipais, organizações sociais e pessoas com deficiência de todo o país. O prazo para a apresentação dos projetos termina a dia 15 de maio.

Neste âmbito, serão financiadas iniciativas para a inclusão no trabalho, na educação, na cultura e no desporto de pessoas com deficiência, em consonância com os valores promovidos pela Convenção sobre os direitos destas pessoas. A Argentina adotou a Convenção em 2008 e o seu Protocolo Facultativo, através da Lei N ° 26.378.

A partir da CONADIS procura-se tornar transversal a perspectiva da deficiência em todas as áreas e jurisdições do governo nacional, assim como ao nível das províncias e dos municípios. Através de uma política de inclusão social e de promoção e de expansão de direitos, procura-se promover a igualdade de acesso aos direitos de todas as pessoas.

A apresentação do pedido e a documentação exigida pelo projeto pode ser feita pessoalmente ou por correio a: Julio A. Roca 782, piso 4 (CP 1067), cidade de Buenos Aires, Argentina.

As informações sobre cada um dos programas e a documentação exigida estão disponíveis AQUI. Todos aqueles que desejam obter mais informações sobre estas ajudas podem escrever para consulta_programa@conadis.gob.ar ou ligar, gratuitamente, para 0 800 333 2662, de segunda a sexta das 10 às 17 horas.

Abierta la inscripción para presentar proyectos de inclusión de personas con discapacidad. Argentina

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La Comisión Nacional Asesora para la Integración de las Personas con Discapacidad (CONADIS) continúa con la inscripción para la presentación de proyectos inclusivos destinados a personas con discapacidad. La iniciativa está dirigida a organismos de gobiernos provinciales y municipales, organizaciones sociales y personas con discapacidad de todo el país. El plazo de presentación de los proyectos termina el 15 de mayo.

En este marco, se financiarán iniciativas para la inclusión laboral, educativa, cultural y deportiva de las personas con discapacidad, en consonancia con los valores que promueve la Convención sobre los Derechos de estas personas. Argentina adoptó dicha convención en 2008 y su Protocolo Facultativo, a través de la Ley N° 26.378.

Desde CONADIS se busca transversalizar la perspectiva de la discapacidad en todos los ámbitos y jurisdicciones del Gobierno nacional, así como a nivel provincial y municipal. Por medio de una política de inclusión social y de promoción y ampliación de derechos, se busca fomentar la igualdad de acceso a los derechos de todas las personas.

La presentación de la solicitud y la documentación requerida por proyecto puede realizarse personalmente o por correo postal a: Julio A. Roca 782, piso 4 (CP 1067), ciudad de Buenos Aires, Argentina.

La información sobre cada uno de los programas y la documentación requerida se encuentra disponible AQUÍ. Además, todos aquellos que deseen obtener más información sobre las ayudas pueden escribir a consulta_programa@conadis.gob.ar o llamar, de manera gratuita, al 0 800 333 2662, de lunes a viernes de 10 a 17 horas.

«Física para todos”: medalla de oro en Mostratec 2015. México

 

ciegoDos alumnas representando a la Universidad de Guadalajara (UdG) han obtenido la medalla de oro en el certamen Mostratec 2015, una feria que presenta proyectos de investigación científica y tecnológica.

«Física para todos», ubicado en el área multimedia de Mostratec 2015, es el resultado del trabajo de dos alumnas de la Universidad de Guadalajara: Danya Valencia Romero y Melvi Adriana Torres Díaz.

El proyecto,  formado por cuatro instrumentos que facilitan la didáctica de la física, es una novedosa manera de aprender para personas con discapacidad, ya que muestra movimientos rectilíneos, ondulatorios y circulares. “Puedes aprender la física no sólo viéndola, sino tocándola, los prototipos que realizamos ayudan a enseñar la ciencia de manera kinestésica y auditiva», confirmó Melvi Adriana Torres.

» Todos los materiales están hechos con materiales de uso común y de bajo costo»

El asesor del proyecto, Paulino García Ramírez, comentó que los prototipos que conforman «Física para todos» están hechos con materiales de uso común y de bajo costo, como la madera, las poleas, las botellas o el motor de una grabadora.

Además, un total de 22 estudiantes del Sistema de Educación Media Superior (SEMS) recibieron alguna medalla con proyectos relacionados con otras áreas de interés como el maltrato animal, la alimentación, el calentamiento global o la energía solar.

Schindler promove inclusão de pessoas com síndrome de down

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A Schindler uniu esforços com as associações Down Espanha e Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21 (APPT21), duas entidades de referência no acompanhamento de pessoas com síndrome de Down, em Espanha e em Portugal respetivamente, com o objetivo de promover um conjunto de medidas de inserção laboral.

A iniciativa visa combater a escassez de oportunidades profissionais existentes entre este grupo da população em ambos os países. Em Espanha, a título de exemplo, em cerca de 23.300 pessoas com síndrome de Down em idade ativa, apenas 5% têm a oportunidade de demonstrar o seu talento. Um obstáculo ao desenvolvimento da autonomia destes jovens e à opção de seguirem por si próprios um projeto de vida.

Neste âmbito, cientes da importância de promover a sua integração no mercado de trabalho, a Schindler e as associações Down Espanha e APPT21 em Portugal celebram este protocolo, através do qual será possível ajudar várias delegações ibéricas –, nomeadamente a ASPANRI (Sevilha); DOWN Zaragoza (Zaragoza); DOWN León-Amidown (León); ASINDOWN (Valência); e a Fundação Prodis (Madrid), assim como a APPT21 em Lisboa.

Em cada uma destas cidades, estes jovens irão desenvolver várias atividades na Schindler. Atualmente, concluída a primeira fase de formação, passam a fazer parte das equipas da multinacional com a um contrato laboral com a multinacional suíça, nos mesmos termos e condições que os restantes colaboradores. Ocupar-se-ão de funções administrativas e, sob a orientação de um monitor, vão desempenhar diferentes funções em vários departamentos. Estas funções serão variadas e adaptadas às necessidades específicas mediante as necessidades de cada delegação.

A integração destes jovens realiza-se no âmbito do programa “Emprego com Apoio”, através do qual se prevê o acompanhamento do monitor laboral que oferece ao colaborador com síndrome de Down todo o apoio necessário para a sua adaptação: desde a formação para o desenvolvimento de capacidades e tarefas ao seguimento e acompanhamento na empresa. À medida que o colaborador se for integrando, a monitorização vai sendo reduzida de forma gradual.

Esta iniciativa faz parte de um acordo de cooperação, através do qual as três organizações se comprometem a desenvolver ações para promover a inserção de pessoas com síndrome de Down na Península Ibérica. Um pacto assinado por José Fabián House, Presidente da Down Espanha, por Miguel Palha, Director Clínico da APPT21 em Portugal e por José Couto, Diretor de Recursos Humanos Schindler Iberia.

Ao abrigo da Convenção das Nações Unidas

Este compromisso de promover a inclusão de pessoas com síndrome de Down no local de trabalho nasce do compromisso Down de Espanha, APPT21 em Portugal e a Schindler com a Convenção Internacional sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência das Nações Unidas (ratificada por Espanha em 2008), que no 27º artigo reconhece «o direito das pessoas com incapacidade de trabalho…em condições de igualdade com iguais às dos demais e, particularmente, na igualdade de oportunidades».

Esta não é a primeira vez que a Down Espanha e a Schindler em Espanha trabalham lado a lado na promoção da inclusão social de pessoas com síndrome de Down. Ambas as entidades colaboram desde 2012 realizando ações de lazer, em diferentes cidades do país, nas quais os colaboradores da multinacional e as suas famílias partilham experiências culturais, como por exemplo passar uma manhã no cinema. Ações que para além de fomentarem a integração e a sensibilização na sociedade, podem também aumentar a atividade cultural e desenvolver as capacidades sociais de pessoas com síndrome de Down que nelas participam.

Schindler promueve la inclusión de las personas con síndrome de Down

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Schindler unió esfuerzos con las asociaciones Down España y la Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21 (APPT21), dos entidades de referencia en el acompañamiento de personas con síndrome de Down, en España y Portugal, respectivamente, con el objetivo de promover un conjunto de medidas de inserción laboral.

La iniciativa busca combatir la escasez de oportunidades profesionales existentes entre este grupo de población en ambos países. En España, por ejemplo, existen cerca de 23.000 personas con síndrome de Down en edad activa, de las que solo un 5% tienen la oportunidad de demostrar su talento. Un obstáculo al desarrollo de la autonomía de estos jóvenes y una opción de conseguir por sí mismos un proyecto de vida.

En este ámbito, conscientes de la importancia de promover su integración en el mercado de trabajo, Schindler y las asociaciones Down España y APPT21 en Portugal firman este acuerdo, por el que será posible colaborar con varias entidades de la península: ASPANRI (Sevilla); DOWN Zaragoza (Zaragoza); DOWN León-Amidown (León); ASINDOWN (Valencia); y la Fundación Prodis (Madrid), así como la APPT21 en Lisboa.

En cada una de estas ciudades, estos jóvenes realizarán diferentes actividades en Schindler. Actualmente, concluida la primera fase de formación, pasan a formar parte de los equipos de la multinacional con un contrato laboral con la multinacional suiza, en los mismos términos y condiciones que los otros trabajadores. Ocuparse de labores administrativas y, bajo la supervisión de un monitor, van a desempeñar diferentes funciones en varios departamentos. Estas funciones serán variadas y adaptadas a las necesidades específicas por cada delegación.

La integración de estos jóvenes se realiza en el ámbito del programa de ‘Empleo con Apoyo’, a través del cual se prevé el acompañamiento de un monitor laboral que ofrece al colaborador con síndrome de Down todo el apoyo necesario para su adaptación: desde la formación para el desarrollo de sus capacidades y tareas al seguimiento y acompañamiento en la empresa. A medida que el colaborador se va integrando, la monitorización y el acompañamiento se va reduciendo de forma gradual.

Esta iniciativa forma parte de un acuerdo de colaboración a través del cual las tres organizaciones se comprometen a desarrollar acciones para promover la inserción de personas con síndrome de Down en la Península Ibérica. Un acuerdo firmado por José Fabián House, Presidente de Down España, por Miguel Palha, Director Clínico de APPT21 en Portugal y por José Couto, Director de Recursos Humanos Schindler Iberia.

 Al abrigo de la Convención de Naciones Unidas

Este compromiso de promover la inclusión de personas con síndrome de Down en el lugar de trabajo nace del compromiso de Down España, APPT21 en Portugal y Schindler con la Convención Internacional sobre los Derechos de las Personas con Discapacidad de las Naciones Unidas (ratificada por España en 2008), que en el artículo 27 reconoce ‘el derecho de las personas con discapacidad de trabajar en condiciones de igualdad a los demás y, particularmente, en igualdad de oportunidades.

Esta no es la primera vez que Down España y Schindler en España trabajan codo con codo en la promoción de la inclusión social de las personas con síndrome de Down. Ambas entidades colaboran desde 2012 realizando actividades de ocio, en diferentes ciudades del país, en las que los colaboradores de la multinacional y sus familias participan en experiencias culturales, como por ejemplo pasar una mañana en el cine. Además de acciones que promuevan la integración y la sensibilización de la sociedad, pueden también aumentar la actividad cultural y desarrollar las capacidades sociales de personas con síndrome de Down en aquellas que participan.

La salud sexual de los jóvenes sordos difiere de la población oyente. Colombia

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Una tesis del Doctorado en Salud Pública de la Universidad Nacional de Colombia muestra que no hay un conocimiento claro en los jóvenes sordos sobre la salud sexual.

Para realizar la investigación, se han consultado 154 residentes de Bogotá entre ellos jóvenes sordos que se comunican a través de lenguaje de señas colombiano (LSC); jóvenes sordos que manejan la oralidad en castellano (gracias a un implante) y jóvenes oyentes. En el sondeo se realizaron ejercicios de red de asociaciones, entrevistas y dibujos.

“No hay un conocimiento claro del tema. Podrían presentar comportamientos sexuales de riesgo a infecciones de transmisión”

La investigación refleja que los jóvenes sordos (tanto en hombres 56,1 %, como mujeres 84,1 %) relacionan la salud sexual con el cuidado del cuerpo desde una perspectiva higiénica como bañarse o usar agua y jabón, y no con la prevención de infecciones de transmisión sexual, ni con las problemáticas que pretende trabajar el sistema de salud. “No hay un conocimiento claro del tema. De hecho, podrían presentar comportamientos sexuales de riesgo a infecciones de transmisión”, señaló el encargado de la investigación, el profesor Jaime Collazos.

La población sorda no está acorde con los enfoques sobre salud sexual debido a la falta de información sobre temas de este tipo. Todavía existen muchos obstáculos en la orientación de los servicios de salud. Por ejemplo, cuando una persona sorda con LSC conoce los servicios de atención médica, requiere de un intérprete, una opción no muy valorada en casos en los que la complejidad necesita confidencialidad médica.

«Dan más importancia al goce corporal que a la salud»

Por otro lado, en el ámbito de la sexualidad y su prevención, los jóvenes sordos no le dan tanta importancia a la salud y más al goce corporal (90 % hombres y 47 % mujeres). Sin embargo, en los jóvenes oyentes prevalece la salud, al igual que la presencia de relaciones estables y amorosas. Estos escenarios plantean una reflexión sobre políticas de educación y salud, pero con un enfoque diferencial que reconozca otras poblaciones como esta.

Cómo incluir a personas con discapacidad en ámbitos universitarios. Argentina

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La Universidad Nacional del Noroeste de la Provincia de Buenos Aires (UNNOBA) acogió la charla «Estrategias y Desafíos para lograr la plena inclusión de las personas con discapacidad en la Universidad», con el objetivo de profundizar la inclusión y democratización de la Educación Superior.

El Ministerio de Educación, fue el encargado de promover esta actividad desde la

Subsecretaría de Gestión y Coordinación de Políticas Universitarias.

“Este tipo de iniciativas, como el programa PODES, se inscribe en un contexto social más amplio, tiene que ver con la posibilidad de que distintos grupos y sectores puedan empoderarse”, especificó Julieta Pacheco, representante del Programa de Políticas de Bienestar Universitario.

Por otro lado, el integrante de la Comisión de Discapacidad, Hugo Fiamberti planteó: «Se trata de poner en agenda una problemática que tienen estos grupos que poseen alguna discapacidad. Los programas, las políticas y las acciones las ‘hacemos entre todos’”.

Los expositores expresaron que se trata de generar un cambio para que las acciones puedan pensarse desde un modelo social y dejar atrás «el modelo asistencialista médico».

Algunos de las personas y entidades participantes en la cita fueron Macarena Forneris, directora de Articulación e Ingreso; Sebastián Fulderi, subdirector de Bienestar Universitario; Familias Unidas para la Inclusión Social (FUPIS); la ONG Pensar Junín; el Colegio de Trabajadores Sociales; la Escuela de Educación Especial 502; el Instituto Superior Docente 129; representantes del Área de Seguridad e Higiene, de la Secretaría de Deportes, de la Biblioteca y del Programa de Educación y Promoción de la Salud de Adultos Mayores y el Ministerio de Empleo y Seguridad Social Delegación Junín.

“Física para todos”: medalha de ouro em 2015 Mostratec. México

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Dois alunos que representavam a Universidad de Guadalajara (UdG) ganharam a medalha de ouro no concurso Mostratec 2015, , uma feira que apresentando projetos de investigação científica e tecnológica.

“Física para todos”, localizada na área de multimédia da Mostratec 2015, é o resultado do trabalho de dois alunos da Universidad de Guadalajara: Danya Valencia Romero e Melvi Adriana Torres Díaz.

O projecto formado por quatro instrumentos que facilitam o ensino da física, é uma nova forma de aprendizagem para pessoas com deficiência, já que mostra movimentos retilíneos, ondulatórios e circulares. “Podes aprender a física não apenas a vê-la, mas também a tocá-la, os protótipos que realizamos ajudam a ensinam a ciência da maneira cinestésica e auditiva”, confirmou Melvi Adriana Torres.

“Todos os materiais são fabricados com materiais de uso comum e de baixo custo”

O conselheiro do projeto, Paulino Garcia Ramirez, disse que os protótipos que compõem “Física para todos” são fabricados com materiais de uso comum e de baixo custo, como a madeira, as polias, as garrafas ou o motor de um gravador.

Além disso, um total de 22 alunos no Sistema de Ensino Médio Superior (SEMS) recebeu uma medalha com projetos relacionados com outras áreas de interesse como o abuso de animais, a alimentação, o aquecimento global ou a energia solar.

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