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II Conferência Internacional ‘Universidade e deficiência’

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No passado 27 e 28 de novembro Madrid recebeu o segundo encontro internacional sobre Universidade e deficiência. Apesar da chuva, muitos foram aqueles que vieram para discutir e apresentar as suas ideias e estudos sobre o assunto.

Eu só assisti em part-time, mas a overdose de informação foi muito clara. Também notei a falta de debate ou de idéias mais práticas.

Havia um discurso de Fundación Universia que particularmente me chamou a atenção. O diretor, Ramón Capdevilla, falou sobre o ano letivo de 2013 / 2014 e colocou na mesa os factos e números de estudantes universitários com deficiência. O Congresso continuou “com guarda-chuva na mão”, mas com diferentes papéis, temas e mesas-redondas interessantes.

A minha reflexão desta semana é dedicada à América Latina e particularmente ao México. Poucos foram os especialistas latinos que participaram da reunião (não sei se por falta de interesse ou convite).

Como muitos sabem, as notícias de desempregados com deficiência estão na ordem do dia. O estudo mais recente do mexicano Ricardo Bucio Mújica, Presidente do Conselho Nacional para prevenir a discriminação, não é menos alarmante.

A publicação diz que o país tem 7 milhões de pessoas com deficiência, e apenas 4%, atingiram o nível de ensino superior e cerca de 26% não possuem educação básica. Este dados são assustadores e impressionantes ao mesmo tempo. Como se pode tentar obter acesso a um trabalho decente se as barreiras à educação são tão grandes?

Talvez se na América Latina houvesse um maior compromisso, como no último 27 e 28 de novembro, estes números iriam melhorar, seguramente.

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